Resumo: Melhorar a Rádio já – um passo

Transcrição da Aula

O conteúdo abaixo contém as mesmas informações do vídeo e ele te ajudará, caso você tenha dificuldade em assistí-lo.

Olá, Bem vindo! Bem vindo ao nosso último encontro do curso, Um novo rádio para o novo público. Nós já passamos por. Fizemos uma série de diálogos sobre o impacto das novas tecnologias nesse veículo tão importante na nossa sociedade chamado rádio. E esse velhinho de 100 anos aproximadamente, mas novo no soar no seu vigor, na sua capacidade de conquistar as pessoas, de conquistar o ouvinte.
Mas esse momento tecnológico também não está de brincadeira. Ele traz muitos desafios e nós somos os protagonistas desse momento de pensar como esse veículo, rádio vai ser no futuro, como ele vai lidar com as novas tecnologias, com os com esse momento tecnológico, com a mudança de comportamento do ouvinte, com as o barateamento das tecnologias e a facilidade de produção.
Então nós é que somos os protagonistas que devemos pensar tudo isso. Nós já falamos que nós precisamos identificar bem quem é o nosso ouvinte. As rádios comunitárias. Elas conhecem muito bem a localidade para onde ela está irradiando e isso é muito importante. Já é um diferencial a mais. E nós também estamos ganhando novos ouvintes em outras plataformas e nós precisamos identificar bem, fala.
Chamamos esses ouvintes de persona de um perfil que nós precisamos saber bem quem é esse quem, quem que representa esse perfil para poder modelar, para poder atuar e produzir um conteúdo bem adequado para esse público. Com as novas tecnologias, os nossos públicos, além do rádio tradicional, ele pode nos ouvir em novas plataformas e sempre nós tivemos. Diante do desafio de produzir conteúdo relevante.
O rádio tem todo esse sucesso porque ele sempre produziu conteúdo útil e relevante para as pessoas, mas ainda assim, esse tem que ser o foco do rádio do futuro. Com as novas tecnologias, nós temos que pensar sempre em fazer conteúdos relevantes, conteúdos que possam ser tão interessantes que o ouvinte vai buscar em outras plataformas que o ouvinte vai querer compartilhar, porque isso traz para o ouvinte o status, traz para o ouvinte uma referência que ele gosta, que ele acha importante, Traz a ele uma legitimação de uma causa que ele também defende.
Então, nós, na emissora comunitária, nós precisamos focar em conteúdos realmente úteis para esses ouvintes, para que eles possam ter prazer em compartilhar, em ouvir mais uma vez, em passar para os amigos e em outros com outras ferramentas do WhatsApp e tudo o mais. Produzir conteúdo relevante é fundamental. Então, para a gente. Fazer com que o rádio seja importante no futuro.
Nós precisamos lidar com as tecnologias de forma aberta, com entusiasmo e interagir com as novas tecnologias e um braço dessas novas tecnologias e o ambiente das redes sociais. Mesma emissora transmitida por Rádio Difusão. Ela precisa ter uma interface, um diálogo com as redes sociais, expressar se nas redes sociais e ouvir a expressão das redes sociais também é uma via de mão dupla.
É bem aberta, funcionando plenamente para a gente poder reverberar, repercutir e na programação, coisas que está passando pela rede e também empurrar para a rede. Coisas da nossa programação. Nós falamos que nós temos que ter bastante cuidado com isso, é lógico, porque não adianta também a gente perder a nossa capacidade de identificar o que é verdade, o que é correto, o que é honesto e filtrar as coisas da rede, porque senão a gente vai cometer erros e alguns erros muito graves.
Então, nesse novo momento dessa nova rádio para o novo momento e pensar em aproximar e interagir com as redes sociais, mais vamos criar mecanismos para filtrar, para controlar, para saber se essa informação, se o que nós estamos interagindo é saudável para o nosso ouvinte, é positivo e é uma informação útil para o nosso ouvinte. O momento que nós estamos vivendo, ele nos e Ele nos ensina a gente a lidar de forma mais.
Produzindo conteúdo mais útil e útil para as pessoas. Os conteúdos podem e devem migrar para as plataformas digitais. A gente produz conteúdo na rádio tradicional e nós temos que transitar os conteúdos, transformar produções nossas em podcast. Estes conteúdos inteiros ou conteúdos em pílulas, transformar grandes entrevistas em uma série temática. Enfim, reaproveitar, reciclar, reutilizar esses conteúdos, sempre focado na utilidade que ele possa ter para o nosso ouvinte lá na rede social, ou na internet ou nas plataformas que a gente estiver ocupando, esses conteúdos adquirem uma vida nova, são solicitados on demand e circulam na rede de forma bem importante, pelo trabalho, pela relação dos internautas, dos nossos ouvintes.
A gente também falou e nós não podemos esquecer. Para pensar esse rádio do futuro, de utilizar as redes sociais para divulgar nossa programação, avisar Olha, mais tarde, daqui a tal hora vamos fazer tal entrevista ou amanhã vamos ter tal participação. É muito importante. A gente precisa aproveitar as tecnologias que nos oferecem redução de custos, software de edição, software de edição em dispositivos mobile, em celulares ou em outros lugares.
Utilizar as ferramentas para produzir todo conteúdo, etapas no local onde a gente está em casa ou no evento. Otimizar a nossa produção e também utilizar essa capacidade da rede para ampliar a nossa capacidade de produção, envolvendo outras pessoas também. Nesse processo, organizamos o processo, anunciamos como vai ser a etapa de produção desses conteúdos e compartilhamos. Orientamos as pessoas a compartilharem esses conteúdos.
Vamos pensar que elas vão estar atingindo um público cada vez maior na rede, transmitindo simultaneamente por radiodifusão e pela internet. Temos que entender e usar todo tipo de tecnologia para atuação em grupo. Então, existe na internet hoje vários ambientes que recebem conteúdos chamados de ambientes, chamado de drives, locais onde eu posso colocar conteúdos e compartilhar com minha equipe.
Isso é fantástico, porque esses drives, esses ambientes na internet, eles podem ser configurados no seu smartphone e você vai salvando os conteúdos de áudio no seu smartphone e automaticamente o smartphone já vai empurrando para esse drive e alguém já pode estar numa estação de trabalho já baixando desse drive e já editando quase em tempo real. Olha que fantástico!
Então é. Alguém já pode também acessar esse material no drive e fazer alguma revisão e checar e postar mais algum conteúdo que o editor vai olhar junto com o seu áudio, Mais um texto, um roteiro. Então usar esses ambientes que estimulam o compartilhamento de tarefas é muito importante para a gente criar processos importantes nesse momento tecnológico e utilizar a tecnologia.
Com isso, a gente vai aprender uma série de outras coisas, certo? Trabalhar com a colaboração e trabalhar com campanhas compartilhadas também. Então, falar com o nosso ouvinte, ouvir o nosso ouvinte nas sugestões que eles possam ter.
Na formatação de campanhas, as campanhas são muito importantes para a gente expressar os nossos pensamentos, os nossos projetos e esses projetos. Eles têm que ser projetos amplos, tem que ser projetos virtuosos, projetos que valorizam os direitos humanos, valorizam o direito, a liberdade de expressão, o direito à saúde, à transporte, ao meio ambiente e todos os princípios que a Declaração Universal dos Direitos Humanos apresentou para o mundo, para as Nações Unidas, para os países signatários, também são bandeiras, são projetos, são campanhas que as nossas raízes tem que assumir e envolver pessoas nessas campanhas.
A rede permite que a gente faça esse link das campanhas do rádio, rádio, Como Liderando essas campanhas e a rede amarrando, envolvendo mais gente, abrindo espaço para mais pessoas falar. Nós precisamos compartilhar trabalhos com ferramentas tecnológicas para a gente ampliar nossa capacidade de alcance, de divulgação da nossa mensagem e de envolvimento de engajamento das pessoas. Tem uma reflexão importante nesse contexto, chamado de Design Thinking.
E o que seria o design Thinking, Design? Enfim, quem é o seguinte a gente pensar o nosso ambiente, a nossa emissora de rádio toda configurada para estimular o pensamento de coisas boas, de projetos bons. Mas não é só isso. São organizar o nosso time e organizar os nossos momentos de reflexão. Certo que pode ser individual, pode ser grupal, organizar esses momentos para focar o nosso trabalho da emissora, não propriamente em soluções para a emissora.
Ah, eu quero pensar uma grade, um programa, uma forma de manter esse ambiente organizado e limpo. Não é só isso. O certo seria pensar uma arquitetura que estimule a reflexão de soluções para a emissora de rádio. Pensando nas pessoas. Isso é design thinking. Pensar em um ambiente agradável e adequado para alimentar reflexões que pensem nas pessoas. Quem são as pessoas?
Pode ser a persona que eu falei há pouco, ou seja, o nosso ouvinte. Então, estimular que a gente crie na emissora momentos de reflexão, pensando no nosso ouvinte, naquele que vai receber a nossa mensagem, que também vai querer propor coisas, participar, interagir, se aproximar. Ótimo, Vamos pensar nesse público, vamos pensar em soluções aqui no dia a dia que leve para esse público.
Uma mensagem mais rica, mais importante, mais útil. Vamos pensar como esse público pode chegar mais perto ainda da nossa emissora por plataformas digitais ou presencial também? Ou também de outras formas. A emissora também ir a alguns lugares importantes. Então o design Thinking é a gente modelar o nosso dia a dia na nossa emissora de rádio, pensando nas pessoas, pensando no nosso ouvinte, mas também pensando na nossa equipe que toca o dia a dia da nossa emissora de rádio.
Como é que a gente pode ter uma arquitetura de trabalho na nossa emissora que fortaleça as pessoas, respeite as pessoas, dê oportunidade para todos, valorize o trabalho, valorize as ideias e tire as ideias do papel. Ideias no papel ou na cabeça da gente não serve para nada, não serve para nada. Ideia tem que virar coisa, tem que virar programa, tem que virar produto.
Entrevista eh documentário de rádio, TV, rádio, jornal, enfim, tem que virar coisas. Vamos pensar em alguns passos que a gente pode estimular esse design thinking. O primeiro passo a gente poderia pensar em desenvolver ou coisas que possam ser inovadoras. Primeira coisa a gente imagina na rádio oportunidades que possam representar alguma coisa nova ou oportunidades do que falar com o nosso ouvinte.
O ouvinte tem algumas dificuldades no seu dia a dia. Ali pode ser uma oportunidade para a gente trazer para nossa reflexão como nossa emissora pode. Bolar algum programa de rádio para atender essa necessidade do nosso ouvinte? Então, quando a gente enxergar um problema, algum desafio lá com o nosso ouvinte, a gente vai transformar esse problema, esse desafio, em um estímulo para a gente pensar uma inovação.
Mesma coisa na nossa relação com a nossa equipe. Tudo pode ser estímulos para a gente pensar, formas de inovar na nossa relação, no nosso dia a dia. Muito bem, de criar momentos para a gente desenvolver essa ideia. Então eu pensei que da uma dificuldade de do ouvinte em lidar com serviços públicos. Ele não não sabe como funciona os serviços públicos, os horários e tudo mais.
Então vamos fazer um programa de expedição pelos serviços públicos da região. Uma equipe da rádio vai fazer uma expedição e vai estacionar em cada serviço público do bairro para naquele naquela parada, virar do avesso o serviço público e explicar para o ouvinte o que é aquele serviço público e como funciona. Bom, é uma ideia. É uma ideia que nasceu de um, de um problema que foi identificado.
Então vamos desenvolver essa ideia. Vamos ver se ela funciona. Pensar sobre ela é fazer um protótipo e tirar a ideia do papel e colocar no produto. Vamos fazer um piloto. Não sei se vai funcionar, mas se a gente fizer um piloto, a gente com um programa inicial que pode ser mais simplificado, um pouco mais esse programa inicial, esse piloto, ele pode ser melhor avaliado pela equipe.
E aí eles podem dizer essa expedição, serviço público aí pode funcionar. Ou pode ser, não é? Não, não está muito boa, não vai dar certo. Mas a gente pode fazer de um outro jeito, com esse mesmo problema. Então esse protótipo nos ajuda a socializar essa ideia que já não é só mais não é só uma ideia, um protótipo.
Agora também nos ajuda a a discutir e a acolher novas ideias, novas propostas para aperfeiçoar esse protótipo. E nós devemos aplicar esse método de ser no dia a dia. Isso é design thinking, é alimentar reflexões que busquem inovação focada nas pessoas, no nosso ouvinte e na nossa equipe interna. Bom, ficamos por aqui nessa aula e essa aula também encerra o curso de novo rádio para o novo público.
Espero que você esteja cheio de ideias e que coloque as ideias, tire elas do papel e coloque as em produtos E que seja descobridor ou descobridora de grandes possibilidades para o rádio que depende de nós nesse momento. Depende de nós, entusiastas e pessoas que amam o rádio e que estão aí com a capacidade de enxergar saídas, de construir o futuro do rádio no Brasil, passando pela radiodifusão comunitária.
Esse é o nosso desejo, essa nossa confiança. Bom, deixamos um abraço para você e não esqueça de fazer os testes e nós estamos a disposição para sermos acionados por e-mail ou qualquer outro canal. Um abraço! Foi um prazer.

Esta é a última aula do Curso 6 – O novo rádio para o novo público
Parabéns por ter chegado ao final, o seu Certificado será disponibilizado em breve.

Agora faça os testes para fixação dos conteúdos!